



Koltiva proudly presents the pivotal palm oil webinar, now available on demand. Industry leaders, innovators, and sustainability experts came together, Indonesia to tackle a critical sector challenge: scaling high-quality traceability-to-plantation (TTP) data.
Titled “Towards Palm Oil Transparency: Raising the Bar for Traceability to Plantation,” this recorded session spotlights the urgent need for robust, scalable TTP solutions and showcases collaborative strategies across the palm oil supply chain for advancing transparency and sustainability.
Download the webinar now to access expert insights, practical solutions, and actionable takeaways from this landmark event.


O que há de novo?

O que há de novo?



Esta edição do BeyondTraceability Talks mostra como as empresas da África Oriental podem transformar a rastreabilidade em um motor de competitividade, inclusão e resiliência — e não apenas em uma exigência de conformidade.
Com 90% do café sendo produzido por pequenos agricultores em cadeias de suprimentos fragmentadas, a rastreabilidade gera confiança no mercado e protege os meios de subsistência. Com especialistas da UCDA, KOLTIVA e AFO, a sessão apresenta etapas práticas, exemplos reais e modelos de colaboração para garantir que os pequenos produtores continuem incluídos.
O que há de novo?

Only 1% of independent palm oil smallholders
in Indonesia are certified

Despite years of progress, the industry continues to struggle with fragmented and incomplete data.
Many smallholders, who manage a significant share of oil palm cultivation, remain unmapped. In Indonesia alone, independent smallholders oversee approximately 41% of the national oil palm plantation area, equating to 6.7 million hectares.
Yet, alarmingly, only 1% of these are certified to meet traceability and legality requirements under EUDR
O que há de novo?



Apenas 15% Informados, 85% em Risco:
Como a Falta de Consciência sobre Conformidade Está Ameaçando o Mercado de €2,75 Bilhões da África Oriental na União Europeia?

Uma mudança sísmica está em curso no comércio global. Com €2,75 bilhões em importações da UE provenientes da África Oriental em risco, a principal fonte de renda de milhões de produtores de café, cacau e óleo de palma está ameaçada. As novas regulamentações europeias agora exigem provas de fornecimento responsável e produção livre de desmatamento. No entanto, alarmantemente, apenas 15% das empresas da África Oriental estão bem informadas sobre essas regras em rápida evolução (Relatório da Indústria Dinamarquesa, 2025). À medida que a conformidade se torna inegociável, essa lacuna de conhecimento pode definir quem prospera — e quem será excluído do mercado europeu.
O Pacto Ecológico Europeu (European Green Deal) está remodelando o cenário com mandatos sobrepostos: a CSRD exige divulgações completas de impacto ESG e avaliações de dupla materialidade; a CSDDD impõe a devida diligência em direitos humanos e meio ambiente; e a EUDR exige cadeias de abastecimento rastreáveis e livres de desmatamento. Para os exportadores, navegar por esse labirinto regulatório deixou de ser opcional — é uma questão de sobrevivência.
A realidade no terreno é dura. Na África Oriental, commodities com risco de desmatamento, como o café, são majoritariamente produzidas por pequenos agricultores — cerca de 90% das propriedades possuem apenas 1 a 10 hectares (Partnership for Forest, 2024). A maioria não dispõe de GPS, smartphones ou acesso confiável à internet, o que torna a rastreabilidade digital quase impossível. Somado a isso, a complexidade das cadeias de suprimentos fragmentadas — onde empresas compram de diversos pequenos produtores através de múltiplos intermediários — intensifica o desafio. Verificar a origem das commodities, coletar dados agrícolas de qualidade, comprovar o uso legal das terras e garantir uma produção verdadeiramente “livre de desmatamento” torna-se uma batalha íngreme.
Este momento representa uma espada de dois gumes: um desafio para os despreparados e uma oportunidade de ouro para quem agir agora. Produtores, cooperativas e exportadores que adotarem uma rastreabilidade inclusiva e habilitada por tecnologia podem proteger o acesso ao mercado, fortalecer a confiança dos compradores e conquistar preços premium. Mas sem soluções urgentes e escaláveis de rastreabilidade, os pequenos agricultores correm o risco de exclusão — perdendo não apenas renda, mas também seu lugar no comércio global.
O que há de novo?







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